......... O Primeiro e Maior Romance BDSM Brasileiro .........

Submissão Concedida – 2ª Edição

Revista, atualizada e com novas práticas

......................... CLIQUE AQUI e adquira o seu .........................

_______________________________________________________________________________________________________________

 

LIMITES DO MESTRE

 

          Quando se fala em “limites”, naturalmente nos vem a mente a sua necessidade de exposição por parte da escrava. É natural que imaginemos que somente esta, diante das regras propostas pelo Mestre, de suas limitações físicas e de resistência à dor, bem como por estar subjugada e indefesa durante a sessão, acabe por expor e requerer o respeito a tais limites, restringindo a livre atuação de seu Dono.

 

         Porém, pouco se pensou – ou se ousou falar – dos “Limites do Mestre”... Sim... DO MESTRE.  Concordo que soe estranho à primeira vista, mas Mestres também tem limites. Não é porque este está no controle da situação e impondo suas regras e desejos que não terá também coisas que se recuse a fazer e que necessitam ser expostas à escrava – como esta faz ao Mestre - caso ela demonstre seu interesse na prática das mesmas.

 

          Vejamos um exemplo prático: Um Mestre mais “light” e romântico, mais voltado à dominação e liturgias que à dor e sadismo, certamente tem seu limite quanto às torturas e a intensidade da dor que possa vir a infringir à sua escrava. Ora, se esta “cobra” dele castigos mais severos e espancamentos mais ardorosos,  pode este então “impor seus limites” recusando-se a faze-lo. Ou seja, o limite de não infringir castigo/tortura/espancamento além da intensidade que também lhe dê prazer como sádico representa um exemplo de “limite do Mestre” e não só de gosto ou bel-prazer/estilo do mesmo. Neste caso, cabe à escrava (como cabe ao Mestre na situação inversa) aceitar e respeitar tal limite ou – sentindo-se carente por sua imposição – desistir daquele Mestre.

 

          Não seria somente no tocante à intensidade que tais limites seriam impostos. Também com relação a especificidade de cada tortura ou cena. Dando o meu caso como exemplo, Eu teria como LIMITE explícito o uso de agulhas. Odeio e me causa repulsa. Tentando vencer esta limitação, por mais de uma vez já tentei utilizá-las na sessão, sem sucesso. Logo, entendo bem ser esta tortura um LIMITE  meu como Mestre já por mim bem conhecido e exposto à escrava.

 

          Mas, saindo do ramo das torturas, também acredito que a coprosfagia (chuva marrom) estaria nos  limites da maioria dos Mestres, e somada à chuva dourada (pissing)em alguns, não adiantaria ao mesmo “tentar” faze-la a qualquer custo, mesmo porque, não conseguiria por questões físicas aliadas às psicológicas (haja chopp para não passar vergonha *RRR*)

 

         Em suma, como se imagina que todas as cenas da sessão são determinadas, criadas e guiadas egoistamente pelos caprichos e desejos do Mestre, pouco se observa que a escrava, em algum momento,  possa vir a sugerir, ou até mesmo clamar, por alguma fantasia ou cena que esteja acima da capacidade/gosto de seu Mestre em faze-la e este então tenha que se recusar.

 

          Neste caso, estaríamos diante de um LIMITE DO MESTRE .

 

Jot@SM