.................. O Primeiro Romance BDSM Brasileiro ..................

Submissão Concedida

          do Mestre Jot@SM

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A IMPORTÂNCIA DAS REGRAS

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          Na minha opinião, as regras tem um objetivo maior que o de simplesmente  impor condutas. É através delas que a escrava pode conhecer o “estilo” de seu Mestre e é através delas que o Mestre “sugere” este estilo à escrava. Eu digo “sugere”, e não “impõe”, porque um Mestre numa fase inicial como a da demonstração de suas regras, não tem  nenhum poder para IMPOR nada àquela escrava. Este poder só surgirá quando esta se entregar a ele e lhe conceder obediência e dedicação. Até lá, ele apenas pode sugerir e a escrava sim, é quem vai acatar estas regras, caso elas demonstrem ser de um Mestre e de uma dominação BDSM do estilo que procura.

 

          Além disso, aceitando as regras e se entregando àquele Mestre, é através das regras que a própria escrava poderá traçar sua linha de conduta, não só respeitando-as cegamente e assim sabendo que está agindo certo e ao gosto de seu Mestre, mas também podendo através delas ver como ir além e agradar e se dedicar a seu dono. Pois as regras são isso: Falam o gosto e os anseios de cada Dominador, sendo o espelho dos seus desejos.

 

          Enfim, mais que um código de conduta ou uma coação, as regras são o espelho público e explícito do estilo de dominação daquele Mestre que as propõe e pratica. E desta forma, com base nelas, a pretensa escrava pode ter uma base para escolher ser dele ou não.

 

         É inimaginável uma escrava que aceite uma sessão com um Mestre que não a tenha imposto NENHUMA regra. Na minha opinião, este nem mesmo seria um Mestre, porque um Mestre ensina  através de regras de conduta e muito diálogo (por isso mesmo o termo Mestre = professor). Este da hipótese seria no máximo um dominador, senão um aproveitador. Dominador porque simplesmente domina sem nada ensinar ou acrescentar à sua escrava.

 

          Vejamos até que ponto esta relação é frágil e perigosa:

 

          Perigosa, porque o que a escrava pode esperar daquele dominador ? Como será a sessão ? qual o estilo dele ? O que ele vai querer dela ? Como ela deve se comportar ? O que ela deve fazer ? Como fazer para agradá-lo ?... Enfim... a escrava está num momento de total INSEGURANÇA. E sabemos da máxima que uma relação BDSM deve ser sã, SEGURA e consensual. Tb. no item “consensual” se peca com a falta de regras, porque, O QUE A ESCRAVA ESTARIA CONSENTINDO ? Se até então ela não sabe o que seu dominador quer ? E  é claro que o “SÃO” vai por conta da Insanidade dela em aceitar se encontrar com alguém assim tão “às cegas”.

 

          Já o frágil da relação sem regras estaria na questão de que se transformaria numa sessão empírica. O dominador estaria se valendo apenas da caricata situação de “eu mando / você obedece” durante todo o tempo. Ou seja, as ordens, regras e como se comportar da escrava seria determinado ali naquele momento e ao bel prazer do dominador. Como imaginar uma escrava ali tranqüila o suficiente para poder relaxar e também aproveitar com prazer e gosto aquela sessão ? Além disso, de que forma a escrava pode “se recusar” a cumprir alguma tarefa que tenha sido imposta de momento e de surpresa ? Se houver esta recusa, ela será aceita ? Ou isso desencadeará uma ira do dominador que poderá resultar num espancamento agressivo e violento ?

 

         Surge mais uma importância das regras: No momento em que elas são “sugeridas”, a escrava pode ali mesmo determinar seus limites ao Mestre que os aceitará ou – sendo limites que comprometam a sessão no estilo daquele Mestre – desistir daquela escrava.

 

         Em suma, regras não são apenas um código de conduta rígido e imposto. Sua importância está em ser um espelho daquele dominador que as propõe e uma previsão da relação, com o intuito maior de deixar a escrava segura da escolha em se entregar àquele que as sugere, sabendo até onde irá seu relacionamento e podendo, antecipadamente, expor e ter respeitado os seus limites.

 

                   É a minha opinião,

  

Jot@SM