......... O Primeiro e Maior Romance BDSM Brasileiro .........

Submissão Concedida – 2ª Edição

Revista, atualizada e com novas práticas

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Bem vindos ao meu Site.

 

Sou Jot@SM.

 

Onde o SM significa “Seu Mestre” e não “sadomasoquista” como muitos podem imaginar. Afinal, me considero mais dominador que sádico. Sou carioca de 1963 e praticante real do BDSM desde 1980.

 

Alguns podem julgar muito precoce a idade. Porém, acredito piamente que o BDSM seja um “dom” que algumas pessoas tem. Algo de berço ou de gen. Pois não se “está” Mestre ou escrava, se “É” Mestre ou escrava. E este dom se mostra desde a infância quando, no meu caso, me interessava por filmes, seriados e imagens com mulheres amarradas ou sendo torturadas. Lembro que ainda com apenas 7 anos de idade já adorava assistir a uma novela em preto e branco que passava diariamente no horário das 18hs: “A Pequena Órfã”. Nela uma pobre menina, da mesma idade que eu, era posta de joelhos no milho e chicoteada em quase todos os capítulos... Uma delícia ! Uma “pérola” do sadomasoquismo infanto-juvenil *Risos*.

 

Vim a ter minha primeira experiência real com uma namorada aos 17 anos de idade (ela era um ano mais nova). Foi, é claro, uma sessão empírica, uma transa apimentada, o básico amarra/bate (*Risos*). Mas aos poucos fomos evoluindo, porque já naquela época existia meu interesse e algum conhecimento no BDSM. Já havia lido História de O e me interessava por todas as reportagens e matérias sobre o assunto, que não eram muita coisa, pois estávamos no fim do regime militar e a censura ainda era acirrada.

 

Após a abertura política e o fim da censura, ficou mais fácil encontrar materiais sobre o assunto. Mas encontrar outros simpatizantes ainda era uma tarefa árdua ou quase impossível. A prática se fazia pelo convencimento de algumas namoradas e até por infrutíferas buscas e publicação em anúncios de revistas. Mesmo as profissionais do sexo não se dedicavam a ser escravas, pois a quase totalidade delas eram (e até hoje são) dominadoras, certamente por uma questão de segurança.

 

Com o advento da Internet, tornou-se possível não só procurar boas matérias sobre o assunto como principalmente tentar encontrar e até iniciar novas praticantes. Foi então que em 1998 descobri este maravilhoso canal de pesquisa e busca, cada vez mais ligado ao BDSM. Naquele ano não havia nenhuma sala nacional de BDSM, enquanto que hoje provedores disponibilizam até 5 salas especificamente para o assunto e é nelas que muitas pessoas tem se encontrado, se conhecido e se descoberto BDSM. Fantasias que tinham desde longa data finalmente podiam ver existir e ser compartilhada por tantos outros. Assim, a Internet sem duvida foi uma reviravolta e um grande avanço para o BDSM, mesmo com o inúmero contingente de baunilhas e “desonestos” que circulam nela travestidos de Mestres e escravas.

 

Entrei inicialmente na sala Rio de Janeiro do UOL (pois não conhecia – ou não existiam ainda salas de BDSM). Lá entrava com o nick “sutil” de “sadomasoquista”. E foi lá que vim a conhecer minhas primeiras escravas virtuais e a primeira que se tornou real. Em seguida tive uma breve passagem pela saudosa sala sado-maso do Mandic, quando então o nick “sadomasoquista” se tornaria um pleonasmo necessitando ser substituído. Surgia então o “Jot@SM” que perdura até hj. e me orgulho de ser um dos nicks mais antigos ainda existentes nas salas de Chat. Mas foi na sala fetiches do ZAZ (atual Terra) que alcancei a plenitude. Lá conheci a maioria das escravas e me fiz também conhecido. Infelizmente depois de quase 2 anos a sala começou a e se tornar “baunilha” e até debochada e acabei migrando para as novas salas do UOL, onde, além de escravas, viria a conhecer e travar contato também com outros Mestres, amigos, amigas e fazer boas amizades.

 

Finalmente agora, com este site, estou realizando um grande sonho. Não acredito que ele seja o mais indicada para neófitos, pois aqui não quis divulgar ou ensinar as bases do BDSM ou desmarginalizá-lo perante os inexperientes, céticos, opositores ou novos interessados. Para eles já existem muitas boas páginas e não há necessidade de mais uma para explicar as mesmas coisas. O trabalho de desmitificação e desmarginalização do BDSM é essencial, mas meu objetivo aqui é o de expor um pouco da minha experiência, das minhas opiniões e principalmente do meu estilo de BDSM, ao qual intitulei de “BDSM Romântico” e que foi desenvolvido nestes 22 anos de experiência real e nos demais de interesse e estudo do assunto. É um estilo próprio que por vezes conflita com outros estilos, mas devemos considerar que o universo BDSM é vasto e variado e tem lugar para todos, contanto que se mantenha o devido respeito pela sanidade, segurança, consensualidade e HONESTIDADE.

 

Quem sabe aqui muitos não poderão também se identificar e até desmitificar a visão que tem do BDSM como algo grosseiro, violento, coercitivo e marginal ? Pois é este meu estilo: Um BDSM honesto que em especial valoriza a escrava.

 

Enfim, aproveitem ! E agradeço se ao final puderem deixar seu recado ou suas opiniões no livro de visitas.

 

Jot@SM