......... O Primeiro e Maior Romance BDSM Brasileiro .........

Submissão Concedida – 2ª Edição

Revista, atualizada e com novas práticas

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pensamentos

 

PENSAMENTOS DO MESTRE

 

        

 

 

ESCRAVAS SÃO SUBMISSAS, OBEDIENTES E DEDICADAS.

INFERIORES, N-U-N-C-A !!!

Ao contrário. Sua personalidade "forte e superior" é que as permite assumir com orgulho e firmeza a sua entrega e submissão.”

 

 

“...nunca faça-se BDSM por amor. Mas ame-se, e ame-se muito, assumindo-se sem vergonha ou medos esse amor que surge no BDSM...”

 

 

“...ele não encaminha os praticantes ao baunilha, nem enfraquece suas posições e práticas D/s ou S&M. Ao contrário. Por vezes até as solidifica, amplia e enaltece. Então, porque evitar, esconder, sufocar, renegar ou se envergonhar de amar no BDSM ?”

 

 

“...apesar de ser um Mestre mais dominador que sádico, e portanto ter na escrava submissa o meu ideal, sempre discordei deste raciocínio que a coloca “superior” e mais evoluída face às demais dentro do meio BDSM como um todo.”

 

 

“...na verdade, cabe a um bom dominador respeitar sempre os limites da escrava, sejam de pudor real ou principalmente os de resistência à dor. Isso distingue um “Mestre experiente e confiável” de um “grosseiro e violento”. E a confiança e segurança da escrava são imprescindíveis para uma boa relação. Afinal, estamos falando de uma fantasia reciprocamente prazerosa e não de uma agressão ou coação.”

 

 

“...ser escrava é algo que merece respeito e admiração, tanto ou mais que ser dominador. Logo, não é vergonha nem muito menos "rebaixa" ninguém ser ou experimentar ser escrava. Um Mestre que pensa assim não merece nem está dando o devido e merecido valor àquela que lhe entregou sua submissão e dedicação. Uma escrava que pensa assim, deveria reavaliar sua própria importância dentro do BDSM.”

 

 

“...a entrega total existe sim, mas esta restrita à consensualidade na relação. É uma atitude da escrava que – demonstrando sua total confiança e segurança em seu Dono – coloca nas mãos dele a decisão dos rumos e das mínimas atitudes dentro da relação sem a necessidade de seu consentimento prévio ou da preocupação dele com o seu agrado ou aprovação. Porém, tal entrega subtende incontestavelmente a necessidade irretratável e intransponível do Mestre observar os preceitos mínimos de sanidade e segurança que – uma vez extrapolados – devem ensejar sim, a imediata reação da escrava. Se não desistindo da relação, no mínimo “alertando” seu Mestre do seu deslize (sem que isso seja um sintoma de que ela esteja comprometendo sua entrega total). “

 

 

“...acredito que, numa intensa e desenvolvida relação BDSM, uma simples advertência verbal, demonstrando com rigor todo o descontentamento e reprovação do Dono, pode ser para a escrava um "castigo" de intensidade muito pior que qualquer "tortura" que a deixe com a pele em carne viva. Pois fere diretamente seu "orgulho" de escrava. E uma verdadeira escrava é acima de tudo "orgulhosa" em tentar ser a mais perfeita, completa, obediente e impecável das submissas”

 

 

... o que distingue o BDSM da transa apimentada e o limite onde surge o BDSM, está na intenção, na sinceridade e na honestidade da relação, mesmo que esporádica e light, e não na prática, na forma ou na intensidade dos atos.”

 

“Uma submissa consegue sentir muito mais dor que uma masoquista. Pq esta última sente por prazer e quando o prazer se esgota, ela já não mais a suporta. Já a submissa se entrega à dor por dedicação e para prazer de seu Dono. E a dedicação de uma submissa não tem limite e nem se esvai.”

“As torturas esgotam a carência da masoquista na dor, fazendo com que ela não se torne arredia e desobediente na busca de castigos.”

“Não se pode conquistar a entrega de uma escrava sob chantagem, coação, falsas promessas ou retribuição escusa, seja de que tipo for. A escrava deve ser escrava por sua vontade, consensualidade, vocação e ENTREGA. É daí que nasce a mesma distinção que existe entre sexo e estupro, entre um excitante spanking saudável e uma agressão familiar matrimonial, entre bondage e cárcere privado, etc...

“...Mais que um código de conduta ou uma coação, as regras são o espelho público e explícito do estilo de dominação daquele Mestre que as propõe e pratica. E é nelas que a pretensa escrava pode se basear para escolher ser dele ou não.”

“Ao Mestre não cabe duvidar da obediência honesta de sua escrava, ou estará duvidando da relação como um todo, de sua própria autoridade e de sua eficiência em escolher suas servas.”

“...não é orgulho, regozijo, nem prazer nenhum a uma escrava submissa aproveitar-se de subterfúgios para fugir àquilo que ela mesma escolheu livremente exercer (podendo desistir a hora que quiser) e efetivamente lhe dá prazer e lhe engrandece: A OBEDIÊNCIA.”

“...verdadeiras escravas submissas não são lenda não, elas existem. Ou nós (Mestres, Dominadores e Donos)  também não existiríamos.”

“...aí está a maior responsabilidade do Mestre: Ter maturidade para saber distinguir aquela negativa ou dúvida que podem ser superados pela “coação BDSM” ou pelo seu poder de extrair e exigir da escrava as suas vontades, do verdadeiro “não”, que EFETIVAMENTE EXISTE e que deve ser incontestavelmente respeitado.”

“...o Mestre também tem que ter o cuidado para não exigir da sua escrava algum ato que ela – no calor da sessão - venha a praticar e até se agradar no momento, mas que lhe deixe seqüelas físicas ou psicológicas inaceitáveis.”

“Quem generaliza dizendo que o BDSM é somente sexo, se esquece que, se assim fosse, não haveria priapismo suficiente para a prática do 24/7”

 

“Ver o BDSM simplesmente como uma fantasia sexual,

é como ir ao Louvre e ver somente a Mona Lisa.”

 

 

“Mestres não gritam. Porque o poder do Mestre está em sua autoridade, adquirida pelo seu caráter e honra e conferida pela entrega de sua serva,

nunca na coação grosseira de um grito.”

 

 “O MEDO, sendo um sentimento obrigatoriamente conseqüente da falta de confiança e segurança, que são pressupostos básicos indispensáveis para a escrava num relacionamento BDSM, nunca pode fazer parte dos seus sentimentos durante a relação. Quando muito, uma excitante ansiedade pode ser provocada pelo Dom antecedendo os castigos e torturas, mas nunca MEDO. Porque a devida confiança e segurança que o Dono deve dar à sua escrava não permite lugar a este sentimento.”

“É comum alguns Mestres tolherem totalmente suas sessões de qualquer forma de carinho. Vejo aí menos que um estilo de dominação, uma grande insegurança daquele Mestre que imagina abalar o seu poder e autoridade ao conferir à sua serva alguma forma de mimo que tolamente só consegue associar ao baunilha.”

“Um Dominador que precisa se esconder todo tempo atrás da frieza e da rudeza para demonstrar o seu poder, é porque não tem em si nenhuma autoridade verdadeira e por isso se sente inseguro em se permitir ser dócil em determinados momentos, por medo que neles seja descoberto o seu embuste.”

“O Mestre é aquele que educa, ensina, orienta e mostra os caminhos do BDSM para a escrava. Ajuda-a a evoluir, a se descobrir, a se desenvolver e se assumir dentro do vasto universo desta nossa fantasia. Com sua prática, experiência e coerência, pode propiciar à ela a descoberta de suas tendências, de seus anseios, seus limites e suas preferências e características. É acima de tudo, um amigo, um parceiro e um guru.”

“...O ideal é ser os quatro: Mestre no prelúdio virtual e no desenvolvimento da escrava, Sádico Dominador na sessão e Dono para sempre.”

“Uma escrava que abdica ou protela o uso da Safe Word quando ela se faz necessária, não está demonstrando suas qualidades de resistência como masoquista, e sim sendo conivente - senão causadora - dos exageros e da agressão de seu algoz”.

“Não se é submissa simplesmente. Se é submissa DE ALGUÉM.”

“Para o prazer da dor é necessário todo um contexto que a cerque. Nenhuma masoquista hard sente prazer simplesmente ao bater a canela na quina da mesa.”

 “Não há forma mais poderosa e eficiente de se dominar uma mulher, do que pela libido.”

 

 “Gatas (animal) são independentes, traiçoeiras, voluntariosas, arredias, manhosas, egoístas, indisciplinadas, ciumentas, prepotentes, esnobes e rancorosas. Ou seja, nada tem a ver com a personalidade de uma escrava. Já a cadela (também o animal) é fiel, dedicada, companheira, disciplinada, apanha sem guardar rancor, é obediente, dengosa, serviçal e amiga.      Portanto, não se pense ofender uma escrava chamando-a de cadela. Uma escrava orgulhosa vai se aborrecer é de ser chamada de gata. *pisc

 

 

“Nenhum verdadeiro e honesto Mestre Sádico “bate em mulher”,

muito menos maltrata uma.

Se acha que enlouqueci de vez, é porque não entende o significado e a filosofia do BDSM.”

 

 

“Vale-tudo, liberdade, tudo pelo prazer, o prazer é o que importa e abaixo a liturgia, me parece, menos que um estilo, uma desculpa para a falta de conteúdo”

 

 

“BDSM sem liturgia é tão somente sexo com porrada”

 

 

“É engrandecedor a existência de várias correntes e estilos no BDSM.

Afinal, onde todos concordam, ninguém evolui”

 

“Tortura não é violência, castigo não é agressão, dor não é incômodo, submissão não é inferioridade, dedicação não é esparrice, severidade não é revoltante, poder não é despotismo e fantasia não é insanidade. BDSM não é condenável... É lindo.”

 

Jot@SM