......... O Primeiro e Maior Romance BDSM Brasileiro .........

Submissão Concedida – 2ª Edição

Revista, atualizada e com novas práticas

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DOMINADOR PODE SER PODÓLATRA ? 

 

          DEPENDE.

 

          Explico:

 

          NA MINHA OPINIÃO, a questão principal não esta no Mestre agradar-se de beijar, tocar ou admirar os pés da escrava. O problema é “COMO” ele o faz.

 

          O simples fato de se agradar com esta parte do corpo não denigre ou controverte a imagem do Mestre. Se ele possui todo o corpo da escrava, não possui também os pés dela ? E se os possui, porque não aproveitar-se deles também se isso de alguma forma o agrada ?

 

          Porém, se nos detivermos no “porque” a podolatria (que é uma fantasia independente) está ligada ao BDSM e mais estreitamente à figura da sub, veremos que o motivo não é o gosto por aquela parte do corpo,  e sim porque, para praticá-la, a escrava geralmente se coloca em posições e postura que denotariam submissão. Ou seja, com a sua cabeça (a parte mais superior do corpo humano) na parte mais “inferior e baixa” de seu Dono, que são os pés. Isso é um forte simbolismo, inclusive usado em liturgias religiosas.

 

          Somado a isso, a posição mais corriqueira de se praticar esta fantasia é com o podolatra se colocando de joelhos ou de quatro para alcançar aquela parte do corpo de seu parceiro que se manteria em pé ou sentado. Concordamos que tal posição incontestavelmente não é compatível com a imagem e o comportamento de um Dominador, porém, se o Mestre se agrada e delicia-se com esta parte do corpo de sua escrava que, como as demais, também lhe pertence, pode usá-la sem se colocar em uma posição que comprometa sua austeridade, como por exemplo com a escrava deitada e o Mestre beijando seus pés em pé ou sentado na cama. Assim, o Mestre permaneceria numa posição e imagem compatíveis com ele e não se privaria daquela parte do corpo feminino tão apreciada por um grande numero de homens.

                   

Jot@SM

 

 

 

 

P.S.-  Sei que a pergunta foi sobre o Mestre ser podolatra. Mas este não é o único “tabu” na dominação masculina. Ou seja, não é a única prática que – mesmo se agradando – alguns Mestres podem se sentir incomodados em fazer. Há outras, tais como o sexo oral na escrava/Cunillinguis, a penetração na posição com a escrava por cima e o uso por ela de botas de salto alto. Mas deixarei a análise detalhada destes outros tabus para um novo texto. Por isso, não deixem de acompanhar as atualizações e novidades nesta minha HP.