AS REGRAS BÁSICAS

PARA  MINHAS ESCRAVAS

                        

               1.     O ÚNICO E INALIENÁVEL DIREITO DA ESCRAVA É PODER DEIXAR DE SER ESCRAVA QUANDO QUISER. Porém, enquanto estiver sob meu domínio, deverá se dedicar ao máximo e obedecer prontamente às minhas ordens e desejos.

 

     Na verdade, cabe a um bom dominador respeitar sempre os limites da escrava, sejam de pudor real ou principalmente os de resistência à dor. Isso distingue um “Mestre experiente e confiável” de um “grosseiro e violento”. E a confiança e segurança da escrava são imprescindíveis para uma boa relação. Afinal, estamos falando de uma fantasia reciprocamente prazerosa e não de uma agressão ou coação.

     Estes limites podem ser bem conhecidos previamente através de um bom diálogo e troca de informações, inclusive via Internet. Porém, pode ocorrer que o Mestre - no clímax de seus desejos - se descuide e extrapole tais limites, principalmente no caso dos torturas e castigos físicos. Por isso, é comum combinar-se antecipadamente um chamado “Stop Code” ou “Safe Word” que é uma senha a ser dita pela escrava para alertá-lo quando o mesmo se exceder.

     Minha “Safe Word”, que me orgulho de até hj. nunca ter sido utilizada, é “CLEMÊNCIA”. E foi escolhida por ser uma palavra pouquíssimo usual e para deixar que “PIEDADE” possa ser livre, excitante e “inutilmente” utilizada pela escrava.

 

                2.     ROUPA: Na minha presença, esteja onde estiver, a escrava deve sempre usar roupas apropriadas: Saia ou vestido, preferencialmente - mas não obrigatoriamente - da cor preta, sempre SEM CALCINHA (Soutien somente sob autorização). Na medida do possível, o vestido ou blusa deverá dar fácil acesso aos seios por detrás, um bom visual das costas e – principalmente - ser fácil de tirar.     SAPATOS: o máximo abertos ou bota. Tênis e meia calça nem pensar. Nada de meias cobrindo as pernas. No máximo uma meia que cubra apenas os pés, se estiver de botas.     MAQUIAGEM: Muito pouca. Batom, nem pensar.     ADORNOS: Nada de jóias ou adereços. Os adornos da escrava - em público – são sua coleira de passeio e algum outro ornamento dado por mim para seu uso.     CABELOS: Sempre bem tratados, penteados, soltos e nunca molhados.     PERFUME: Suave, sutil e em quantidade mínima que não comprometa o cheiro próprio e insubstituível da fêmea escrava.

  

               3.     A ESCRAVA DEVE MANTER AS PERNAS  AFASTADAS E NUNCA CRUZÁ-LAS.

 

     Mesmo estando de saia curta e sem calcinha na rua, quando sentada ou deitada, a escrava deve manter as pernas sempre afastadas, o que representa um importante sinal de entrega e submissão.

  

              4.     QUANDO TOCAR SUAS COXAS COM A MINHA MÃO, A ESCRAVA  DEVE ENTREABRIR AINDA MAIS SUAS PERNAS.

 

     Se toco as coxas de minha escrava com as mãos, quero sentir dela um sinal de entrega ainda maior e que a mesma se oferece totalmente. Porém, a escrava deve Ter o cuidado de nunca arreganhar demais as pernas, pois isso seria vulgar.

  

               5.     NA MINHA PRESENÇA, A ESCRAVA DEVE SE MANTER SEMPRE DE VISTAS BAIXAS, EM SINAL DE SUBMISSÃO.

 

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               6.     O SEXO DA ESCRAVA DEVE ESTAR SEMPRE CORRETA E DEVIDAMENTE DEPILADO.

 

     Na primeira sessão, me agrada depilar com minhas próprias mãos o sexo da escrava, devendo ela posteriormente manter a depilação naquela área da forma como fiz: Totalmente raspada do grelinho para baixo e, acima dele, com os pelos bem ralinhos.

  

               7.     CADA VEZ QUE EU VIER POR TRÁS DA ESCRAVA E FIZER MENÇÃO DE BEIJAR OU LAMBER SEU PESCOÇO OU OUVIDOS, ESTEJAMOS ONDE ESTIVERMOS, ELA DEVERÁ IMEDIATAMENTE LEVANTAR OS CABELOS, DESDE A RAIZ E COM AS DUAS MÃOS, DEIXANDO SEU PESCOÇO TODO À MOSTRA E À MINHA DISPOSIÇÃO.

  

               8.     A ESCRAVA JAMAIS DEVE RECLAMAR OU SE LAMURIAR E SEMPRE QUE RECEBER UMA ORDEM DEVE RESPONDER “SIM, SENHOR” OU “SIM, MESTRE”

  

               9.     SEMPRE QUE FOR SER CHICOTEADA, DEVE SE COLOCAR NA POSIÇÃO PRÓPRIA E, AO FINAL, AGRADECER.

 

     A posição própria é em pé, com as ancas empinadas, corpo inclinado para a frente e pernas afastadas. O agradecimento deve se limitar a um “obrigada, Mestre” se o chicoteamento tiver sido uma simples tortura, ou “Perdão, Mestre” se o mesmo tiver sido proferido como castigo.

  

               10.     SER IMEDIATA E CAPRICHOSA NO CUMPRIMENTO DAS ORDENS QUE RECEBER.

 

     Se uma escrava reluta em obedecer uma ordem é porque está “pensando e analisando” se deve faze-lo. Isso é inadmissível, porque uma escrava segura e  confiante na coerência daquele que escolheu para seu Dono não carece de questionar, analisar, nem muito menos refutar ordens, devendo obedece-las cega e prontamente, despreocupada inclusive com suas conseqüências e deixando nas mãos de seu Dono a escolha das atitudes e dos caminhos a serem seguidos.

 

 

Jot@SM